Gestão de capacidade industrial
Capacidade mal enxergada custa dos dois lados: recurso ocioso em um período e gargalo travando a entrega em outro. A discussão sobre turno extra ou terceirização costuma acontecer sem número que a sustente.
Você reconhece algum destes?
- Capacidade estimada de cabeça, sem base em roteiro e calendário.
- Gargalo descoberto quando a ordem já está parada na fila.
- Decisão de hora extra tomada por pressão, não por análise.
- Recurso ocioso em um período e sobrecarregado no seguinte.
- Impossibilidade de simular o efeito de mudar o sequenciamento.
O que muda na estrutura de gestão
Carga contra capacidade por período
Cada recurso tem sua capacidade disponível calculada a partir de calendário e turnos, e sua carga projetada a partir das ordens planejadas.
Gargalo visível com antecedência
O período em que a carga supera a capacidade aparece no horizonte de planejamento, não no dia da produção.
Cenários comparáveis
Alterações de prioridade e sequenciamento podem ser avaliadas quanto ao efeito sobre a carga antes de serem aplicadas.
Ligação com o resultado
Ociosidade e sobrecarga deixam de ser tema apenas operacional e passam a ter leitura econômica no Control.
Como isso aparece na plataforma
Composição conceitual. Os dados exibidos são exemplo visual e não representam medição real.
Indicadores envolvidos
Módulos que sustentam esta aplicação
Perguntas frequentes
Como a capacidade disponível é calculada?
Dá para tratar recursos com capacidade compartilhada?
Veja como a LUSYS pode se adaptar à sua operação
Uma conversa técnica sobre o seu cenário: sistemas atuais, dados disponíveis e o que faz sentido estruturar primeiro.